Paulinho da Força

Preocupado com o alto índice de desemprego nas cidades do interior paulista, o deputado federal Paulinho da Força solicitou ao vice-governador de São Paulo, Márcio França, a ampliação do Programa Emergencial de Auxílio-Desemprego, conhecido como “Frente de Trabalho”. A ação proporciona a qualificação profissional e renda para trabalhadores desempregados, por meio de atividades temporárias.

O encontro foi realizado na sede do Solidariedade, em São Paulo, e reuniu o secretário do Emprego, José Luiz Ribeiro, o presidente do partido em São Paulo, David Martins, o secretário-geral do Solidariedade, Luiz Adriano (Luizão), o secretário Executivo da legenda, Luiz Carlos Anastácio, entre outros.

“Apesar dos sinais de melhoras na economia, ainda vivemos um momento de crise muito forte no País, com muita gente desempregada, principalmente no interior. Esse programa é uma maneira de ajudar as famílias que estão em dificuldades”, explica Paulinho da Força.

Segundo o deputado, o pedido foi feito a Márcio porque ele assume o governo estadual com a saída do governador Geraldo Alckmin, que irá concorrer à presidência da República, no pleito de 2018.

O programa atende trabalhadores de todo o Estado São Paulo desempregados há no mínimo um ano, maiores de 17 anos e residentes há pelo menos dois anos no Estado.

O vice-governador se comprometeu a dar continuidade e a ampliar o “Frente de Trabalho”. Para ele, a ação cumpre um papel social importante. “Reconheço a relevância do programa para redução do número de desempregados em São Paulo e vou trabalhar para fortalecê-lo nos municípios”, enfatizou.

De acordo com o secretário do Emprego, José Luiz Ribeiro, o objetivo é atender mais de 10 mil pessoas em 2018.

Como funciona

O bolsista da Frente de Trabalho permanece no programa por até nove meses, com jornada de atividades de até seis horas diárias, quatro dias por semana. No quinto dia, ele faz um curso de qualificação profissional ou alfabetização.

Os participantes prestam serviços de interesse local, como limpeza, conservação e manutenção de órgãos públicos estaduais e municipais. Eles também frequentam o curso de qualificação profissional, um dia por semana. São 150 horas de capacitação.

 

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